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Executivos de finanças sugerem medidas de apoio às empresas

A partir de levantamento realizado pelo Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças do Estado do Rio Grande do Sul (Ibef-RS), algumas iniciativas foram apontadas como fundamentais para a recomposição das organizações. Medidas tributárias importantes passariam, segundo a entidade, pela suspensão de, no mínimo, 12 meses do pagamento dos impostos federais, estaduais e municipais ordinários para MEIs, micro e pequenas empresas, e de seis meses para médias e grandes empresas.


Os impostos apurados, sugere o instituto, poderiam ser parcelados em cinco anos. Seria, da mesma forma, importante a suspensão por 12 meses do pagamento de parcelamentos tributários em curso e alongamento deste prazo ao final.


De acordo com o presidente do Ibef, Odivan Cargnin, o momento é de grande dificuldade para todos, inclusive para os governos. “Não se trata de uma cobrança. A ideia é sugerir, recomendar, ajudar a quem está pilotando as (secretarias) Fazendas e mesmo o governo federal. As sugestões de medidas partiram a partir da nossa própria experiência”, observou, ao lembrar que o instituto representa executivos que estão à frente de diversas segmentos empresariais.


Outas medidas sugeridas dizem respeito à disponibilização, via BNDES, BRDE, Badesul e Banrisul, de linhas de crédito de sete anos para reconstrução das empresas, com juros equivalentes a TLP e prazo de cinco anos para pagamento, sem exigência de garantias.

Além disso, a suspensão por 12 meses do pagamento dos financiamentos vigentes junto aos bancos de desenvolvimento ou seus agentes e alongamento deste prazo ao final do contrato. “Certamente não vai ser suficiente, mas são plausíveis para este primeiro momento, como o próprio BNDES já anunciou e como a liberação de FGTS, ações mais comuns em momentos de crise”, apontou.


Jornal do Comércio


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