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Tragédia: projeções de queda no PIB do RS e Brasil

De tão pesada, a tragédia no Rio Grande do Sul começa a aparecer até em alertas de economistas sobre o crescimento do PIB nacional. Os dois efeitos já começam a ser estimados, mesmo com a observação de que ainda não há dados precisos.


Uma das análise mais alentadas é de Sergio Vale, economista da MB Associados. Em estudo destinado ao mercado, ele observa que "talvez a maior catástrofe climática da história do país, com 85% do Rio Grande do Sul debaixo d´água, nos leve a pensar nas consequências econômicas e sociais de uma crise deste tamanho".


E, mesmo observando que "é difícil estimar perdas no calor dos acontecimentos", Vale sabe que é dever projetar as consequências, à luz das informações disponíveis. Segundo seus cálculos, a tragédia vai significar uma inversão de 5,5 pontos percentuais no PIB gaúcho. Dada a alta acumulada de 3,5% até abril, prevê queda de 2% no PIB gaúcho neste ano.


Cristiano Oliveira, economista-chefe do Banco Pine, considera mais factível prever o impacto da tragédia no RS no PIB nacional - que estima entre 0,2 e 0,3 ponto percentual, ou seja, uma redução de 2,4% para 2,1%. Argumenta que "qualquer tentativa preliminar sobre o Estado deve subestimar o impacto na atividade econômica".


Zero Hora




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