top of page
Buscar

Estudo indica reação econômica do RS acima do esperado

  • há 17 horas
  • 1 min de leitura

Estudo feito pela Bateleur na época das enchentes históricas que afetaram o Rio Grande do Sul em 2024, estimava que seriam necessários entre R$ 110 bilhões e R$ 174 bilhões para reconstruir o Estado após a tragédia climática. Dois anos depois, um novo levantamento da consultoria financeira compara os impactos estimados na época com os indicadores econômicos observados desde então e conclui que o Estado reagiu acima das projeções feitas no auge da crise. Entretanto, os setores reagiram em tempos diferentes e alguns ainda não retomaram o desempenho anterior.


O CEO da Bateleur, Fernando Marchet, lembra que antes mesmo das cheias, a economia gaúcha já acumulava fragilidades, as secas que impactaram o agronegócio e os efeitos prolongados da pandemia deixaram o ambiente econômico em situação delicada: "As enchentes somente aprofundaram esse quadro que já estava presente no Estado. A recuperação que temos observado desde então tem sido pontual, sem a materialização dos investimentos estruturais necessários para transformar esse cenário".


De acordo com ele, no que diz respeito à proteção contra cheias, por exemplo, os estudos elaborados logo após a tragédia de 2024 ainda não se traduziram em obras concretas. "O que vimos foi uma recuperação frágil do que foi destruído — sem avanços no sentido de tornar o estado mais resiliente a eventos climáticos futuros. A isso se soma um fator que dificulta qualquer prognóstico: a insegurança jurídica", ressalta.


Jornal do Comércio


 
 
 

Comentários


bottom of page