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Populismo é o caminho para prosperidade?

  • há 19 horas
  • 2 min de leitura

Enquanto o mundo disputa competitividade e produtividade, o Brasil insiste em discutir ilusão.

A pauta da redução de jornada é mais uma prova disso. É populismo!


É o tipo de proposta que gera aplauso imediato e destrói competitividade no médio prazo.

Isso porque ignora o básico, o problema do Brasil nunca foi excesso de trabalho, sempre foi o custo de empregar. Cada vaga formal no país carrega um peso absurdo: encargos elevados, regras engessadas, obrigações acessórias sufocantes e um sistema que trata quem emprega como suspeito - não como motor da economia.

E qual é a resposta que se propõe?  Encarecer ainda mais.


Reduzir jornada significa:  aumentar custo por hora, pressionar margens e acelerar um movimento inevitável, menos contratações, mais informalidade e mais importação.

Depois, a conta chega, mas o pior é que não chega para quem fez o discurso, chega para quem gera e para quem precisa de emprego.

O caminho correto nunca foi esse e continua não sendo.


Se há coragem real para melhorar a vida das pessoas, então é preciso enfrentar o que realmente trava o país: reduzir o custo do emprego, cortar encargos, rever estruturas ultrapassadas, eliminar burocracias que só existem para manter o sistema de pé e permitir negociação real entre representantes das empresas e trabalhadores.


Nosso debate deveria ser, encontrar melhor forma de permitir que empresas contratem sem medo, que cresçam sem serem punidas por crescer e que disputem mercado global em condições minimamente justas.


Hoje, o Brasil faz o contrário, protege um modelo caro, ineficiente e ultrapassado e vende isso como avanço social. Esse é o tipo de escolha que mantém o país preso à mediocridade.


No fim, não existe política social sem emprego, sem as empresas.

E não existe empresa saudável em um país que insiste em punir quem produz.

Decisões populistas nunca foram e não serão o caminho para prosperidade.



 
 
 

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