top of page
Buscar

Aperto em benefícios desagrada agro e indústria

O governo Lula inicia 2026 com regras mais duras para limitar os gastos tributários. O aperto, porém, desagrada os motores da economia brasileira: para o agronegócio e a indústria, os incentivos fiscais precisam ser reavaliados, mas de modo individual.

A mudança na legislação atinge tributos como PIS/Pasep, Cofins, Imposto de Renda das empresas, CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido), IPI, Imposto de Importação e a contribuição previdenciária patronal.


Cálculos da CNI apontam que do total de incentivos fiscais que a lei complementar deve reduzir, cerca de R$ 9,3 bilhões — 47% — vão recair sobre a indústria.


“Isso é um contrassenso. O governo, há três anos, desenvolve uma nova política industrial chamada Nova Indústria Brasil, em que um dos focos é incentivar a inovação para que a indústria seja cada vez mais de tecnologia de ponta. Ao mesmo tempo, esse projeto reduz os incentivos tributários para que as empresas façam inovação”, explica o diretor de Economia da CNI, Mário Sérgio Telles.


CNN Brasil


 
 
 

Comentários


bottom of page